Um acompanhamento individual de 12 semanas para quem quer entender os padrões emocionais que sustentam os conflitos atuais do relacionamento, e construir, a partir disso, uma forma mais consciente de estar nele.
Desconexão. Ciclos de briga.
A sensação de estar sozinha mesmo acompanhada.
Duas vidas que foram se separando.
Se alguma dessas frases te atravessou, talvez a pergunta certa não seja "o que mais eu posso tentar", mas "por que aquilo que eu já tentei não foi o suficiente para mudar o que se repete."
A maioria das pessoas tenta resolver os problemas do relacionamento olhando apenas para o comportamento atual, a última discussão, a última cobrança, o último silêncio.
Mas, na maioria das vezes, esses conflitos são sustentados por expectativas, projeções e aprendizados emocionais antigos que continuam influenciando a relação sem que o casal perceba.
Tu reage ao significado da situação, não exatamente ao fato. E é por isso que conversar sobre o fato, sozinho, raramente é suficiente.
O objetivo não é apenas entender o que aconteceu. É compreender por que certas situações geram tanto sofrimento, quais projeções estão sendo levadas para a relação, e como construir uma dinâmica mais consciente, segura e saudável.
Atendo casais, mas não no formato convencional de terapia de casal. O processo é individual, com foco no relacionamento, para que cada pessoa compreenda os seus próprios padrões, a sua participação na dinâmica, e como isso afeta a relação como um todo.
O que diferencia este processo de uma mentoria de relacionamento, de um aconselhamento ou de um treinamento de comunicação é que aqui não se olha apenas para o comportamento. Tenta se entender o que está produzindo aquele comportamento.
Quando uma paciente chega dizendo "eu exploto por qualquer coisa", a maioria das abordagens vai ensinar técnicas para ela não explodir. Aqui a pergunta é outra: por que uma situação aparentemente pequena provoca uma reação tão intensa?
É aí que entra a psicanálise. Não porque a infância seja uma obsessão, mas porque, geralmente, os padrões atuais foram aprendidos muito antes do relacionamento atual existir.
Uma mulher reclama que o marido é frio. Num trabalho superficial, o foco seria apenas o marido. Aqui, a investigação caminha para outro lugar:
Muitas vezes ela descobre que a dor não começou com o marido. O marido apenas toca em uma ferida que já existia.
Isso não trata o relacionamento como um problema isolado. O relacionamento é observado como um palco onde conteúdos internos aparecem, por isso o processo fala tanto de padrões familiares, dinâmica com pai e mãe, necessidade de aprovação, medo de abandono, dificuldade de limites, controle, ciúme e reatividade.
A paciente chega falando do casamento. Mas o casamento é apenas a porta de entrada. O verdadeiro trabalho é compreender quem ela se tornou, por que se tornou essa pessoa, e como pode construir formas mais maduras de se relacionar.
Muitos processos de autoconhecimento param na compreensão. Este processo segue até a ação, em três movimentos:
Não é sobre resolver o problema de fora para dentro. É sobre entender a história que sustenta o presente, para então agir diferente nele.
Compreensão da sua história, do relacionamento, dos conflitos atuais e dos objetivos do processo. É aqui que entendemos, juntas, de onde você está partindo.
Investigação da história emocional e da construção da sua identidade, onde foram formadas as bases da sua autoestima, do seu autovalor e da sua segurança interna.
É aqui que entendemos como a relação com as figuras que te criaram moldou a forma como você se vê, o que você espera de si mesmo, e quanto valor você sente que tem. Essa base é o que sustenta, hoje, a forma como você se posiciona dentro do relacionamento.
Investigação das projeções e expectativas que você leva para o relacionamento, aquilo que, sem perceber, você espera que o outro repare ou repita.
É nessa etapa que aparecem os padrões relacionais aprendidos a partir da relação com o outro genitor, a forma como você entende afeto, confiança e proximidade, e por que certas atitudes do seu parceiro tocam em feridas que são mais antigas do que a própria relação.
Através das devolutivas, dos exercícios e das situações reais da sua semana, novos comportamentos começam a ser construídos de forma prática, não apenas compreendidos em teoria.
É essa estrutura que se repete, semana após semana, etapa após etapa, e que sustenta a sensação de clareza que a maioria das pessoas relata logo nos primeiros encontros.
Primeiro identificamos os padrões, crenças, projeções e experiências que estão influenciando suas emoções e seus relacionamentos hoje.
Depois diferenciamos aquilo que pertence à sua história daquilo que pertence ao outro. O objetivo não é gerar culpa, é desenvolver clareza sobre a sua parte.
Por fim, transformamos consciência em mudança prática. Compreender um padrão não é suficiente, é preciso agir diferente para construir novos resultados.
A cada encontro existe compreensão, responsabilização e aplicação prática. O objetivo não é apenas entender sua história, é transformar a forma como você participa dos seus relacionamentos.
A transformação não acontece só durante a sessão, ela continua na sua semana. Por isso o processo é desenhado com suporte entre os encontros.
A maioria das pessoas leva as questões somente para a sessão. O risco disso é simples: se você não entende por que aquele problema aconteceu, ele não se resolve por completo, e a tendência é continuar voltando.
Aqui, os conflitos, gatilhos, inseguranças e situações reais que acontecem durante a sua semana se tornam parte do processo. O foco é ter clareza sobre si, sobre a sua parte na dinâmica, para que o relacionamento se torne mais maduro e mais seguro, e não apenas calmo entre uma sessão e outra.
A mulher que ama o marido, mas vive em estado de alerta e não consegue confiar completamente.
O homem que ama a esposa, mas sente que nada do que faz é suficiente, e não entende por que repete determinados comportamentos.
O casal que decidiu continuar junto após uma crise, mas percebe que ainda está preso aos mesmos conflitos.
Pessoas que sentem que o relacionamento poderia ser muito melhor, mas continuam repetindo as mesmas discussões.
Ao final do processo, você compreende seus padrões, reconhece suas projeções, reage de forma diferente aos antigos gatilhos e passa a enxergar a si mesmo, o outro e a relação com mais clareza.
Muitas vezes, o cenário continua o mesmo.
O que muda é a forma como você participa dele.
Já acompanhou mais de 380 pessoas em processos de transformação emocional e relacional, ajudando homens e mulheres a compreenderem os padrões inconscientes que sustentam seus conflitos.
Seu trabalho parte de uma premissa simples: o autoconhecimento não existe para mudar o outro. Existe para que você participe das suas relações com mais clareza, segurança e escolha.
A aplicação não garante a vaga no processo. Cada aplicação é lida com atenção, para que você entre no caminho certo para o seu momento.